Pequenos provedores concentram dois terços dos novos acessos internet no Brasil

O acesso à internet no Brasil continua sendo puxado pelos pequenos provedores. Dados da Anatel mostram que, entre janeiro e maio, houve um aumento de 1,2 milhão de novas conexões fixas, sendo que as empresas menores ficaram com 897,5 mil delas, ou 74,2%. No total, o país encerrou maio com 30 milhões de acessos ativos de banda larga fixa.

O ritmo de crescimento é claramente puxado pelas empresas com menos de 50 mil assinantes, critério da Anatel para considerar aqueles que são provedores pequenos ou regionais. Enquanto as novas adesões líquidas representaram um crescimento de 4% no mercado como um todo, entre os pequenos provedores o galope superou 20% de alta no número de assinantes.

Juntas, essas empesas com menos de 50 mil acessos atendem 5,3 milhões de clientes, ou mais de 18% da base total de assinantes. O mercado é liderado pela Net/Claro, com 9,15 milhões de clientes (30%), seguida pela Telefônica, com 7,69 milhões (25%) e pela Oi, com 6,16 milhões (20%).

Um dado relevante: a quantidade de acessos em ultra banda larga, aqueles acima de 34 Mbps, superou pela primeira vez o número dos acessos de 512 Kbps a 2 Mbps. Havia 5,6 milhões de conexões acima dos 34 Mbps em maio, enquanto os links entre 512 Kbps e 2 Mbps somavam 5,5 milhões. A maior parte dos acessos se concentra na faixa entre 2 Mbps e 12 Mbps. São 10,1 milhões de clientes com estes planos. Entre 12 Mbps e 34 Mbps há 7,8 milhões de assinantes.

Os acessos acima de 34 Mbps foram os que mais cresceram. Foram 249 mil novos assinantes nesta faixa. Outros 29 mil clientes aderiram a planos entre 12 e 34 Mbps. As faixas até 12 Mbps encolheram, perdendo, juntas, 253 mil clientes.

As conexões xDSL ainda predominam, representando 13 milhões de acessos. O cabo é o segundo meio mais utilizado, com 9,2 milhões de conexões, enquanto os acessos por fibra óptica representam 3,8 milhões.

Fonte: Convergência Digital

Tecnologia de áudio pode fazer fones de ouvido virarem coisa do passado

A empresa Noveto está empenhada
em novas tecnologias de áudio fazendo com que os fones de ouvido se tornem
coisa do passado. A startup está desenvolvendo uma tecnologia de “áudio
focado”, que faz com que o som de dispositivos seja direcionado para seus
ouvidos, impedindo que qualquer pessoa ao seu redor escute o que você está
ouvindo.
Como relata o site Business
Insider, o primeiro produto da empresa se chama Sowlo, que é um dispositivo não
muito diferente de um soundbar ou caixa de som Bluetooth. A diferença, no
entanto, é sua capacidade de levar o som diretamente para os ouvidos dos seus
usuários.
Som direcional, no entanto, não é
uma tecnologia nova. Já existe tecnologia que fazem com que o áudio siga uma
linha reta e não se espalhe; o problema é que o usuário precisa manter o ouvido
exatamente alinhado com a saída de som para escutar alguma coisa. O que a
Noveto faz é misturar essa tecnologia com reconhecimento de imagem 3D para
descobrir onde estão as orelhas do usuário para ajustar a saída de som
diretamente para as orelhas.
A ideia da empresa é ir além de
fornecer equipamento de áudio dedicado como o Sowlo. A companhia prevê um
futuro em que sua tecnologia seria incorporada a outros tipos de aparelhos como
celulares, tablets, TVs, monitores, ou até mesmo esteiras ergométricas. Para
isso, no entanto, seria necessário fechar parcerias com fabricantes destes
aparelhos.
A tecnologia é interessante por
dispensar os fones, que por melhores que sejam costumam causar algum tipo de
desconforto. No entanto, ela tem seus pontos fracos: ela não permite o
isolamento sonoro, então você continua escutando o que acontece ao seu redor, e
o seu rosto precisa estar em uma posição onde o áudio possa alcançar os dois
ouvidos. Se você resolver olhar para o lado, por exemplo, só uma das orelhas
será alcançada.
A empresa prevê que seus
primeiros produtos cheguem ao mercado em 2019, ainda sem previsão de preço.

Fonte: Olhar Digital

Eletropaulo vai derrubar toda ocupação clandestina de poste em São Paulo

A Eletropaulo tem como meta identificar e retirar todas as ocupações clandestinas de seus postes. Durante reunião do grupo de trabalho da Abranet, realizado, nesta terça-feira 26/6, em São Paulo, Leandro Aquino, gerente de clientes corporativo da Eletropaulo, compartilhou os planos da distribuidora de energia elétrica para reordenamento dos postes em sua área de concessão.

“A estratégia da Eletropaulo está definida e é compartilhada. O objetivo não é pegar de surpresa, mas construir um futuro”, disse. O cenário hoje é de desordem em campo, com insatisfação da sociedade e dos órgãos públicos. “Manter os ativos identificados com todos os cabos identificados é fundamental”, ressaltou, lembrando que todos os postes — e não mais a cada três deles — precisam estar com os cabos identificados. 

Entre os problemas encontrados no uso dos postes está a ocupação da infraestrutura não autorizada à revelia e também a clandestina. Aquino informou que a distribuidora está multando fortemente e conta com equipe em campo que, diariamente, analisa os cabos lançados à revelia para que multas sejam aplicadas.

“O clandestino não gera concorrência leal. Todos têm de ser contra. Temos de levar a dureza da lei, ele não pode ocupar o poste e a Eletropaulo não permitirá esta ocupação. Temos plano de três anos de fiscalizar todos os postes e derrubar todos os clandestinos. Clandestino acabará, é uma questão de tempo”, ressaltou. “Garanto que todos os clandestinos serão retirados da rede”, destacou, chamando as empresas de internet presentes a trabalhar em conjunto, apontando as ocupações ilegais.

A estratégia da distribuidora para combater a ocupação clandestina começa pelo mapeamento da localização dos datacenters para identificação da ramificação das linhas. Depois de mapear os datacenters, a empresa vai notificar as operadoras para identificarem os cabos e, passados 45 dias da notificação, vai derrubar os cabos não identificados.

A meta é, dentro de três anos, fiscalizar todos os postes. A distribuidora estima que 800 mil dos 1,2 milhão de postes que tem são ocupados. Aqueles que têm projetos aprovados com a Eletropaulo e cabos identificados não precisam se preocupar. Já a orientação para os clandestinos é buscar a regularização o mais rápido possível e antes que sejam notificados pela empresa. “Só regularizamos antes da notificação”, apontou Aquino. Somente nesta semana a empresa aplicou sete multas cujos valores somam R$ 500 mil.  

Citando a Resolução Normativa Aneel nº 797/2017, Aquino esclareceu que as distribuidoras podem cortar cabos por questões emergenciais e cortar cabos clandestinos, mas que não podem cortar ocupação desordenada que não configure clandestinidade. Neste último caso, é necessário buscar solução de conflitos junto à Câmara de Arbitragem.

A Eletropaulo está trabalhando também para que cada grupo econômico ocupe apenas um ponto de fixação. Outra questão levantada foi a segurança dos técnicos que trabalham na manutenção da rede e a necessidade de obedecer as normas técnicas para minimizar riscos. Aquino lembrou que faixa de ocupação precisa ser respeitada, uma vez que a proximidade dos cabos de telecomunicações aos da rede elétrica pode causar, entre outros problemas, fogo.

No início de junho, uma equipe instalava cabos de comunicação à revelia em postes da Eletropaulo na região de Tamboré quando um executante foi acidentado e faleceu no local. Com relação às obrigações Aquino deixou claro que cabe às empresas que têm cabos nos postes zelar pela infraestrutura e mantendo os padrões de normas técnicas. Como distribuidora, a Eletropaulo precisa repassar 60% da receita obtida com os pontos alugados para amortização tarifária. 

A Abranet discutiu o compartilhamento de postes por provedores de internet nas áreas de distribuição da concessionária Eletropaulo em reunião do grupo de trabalho (GT) sobre questões tributárias e regulatórias, realizada nesta terça 26/6, em São Paulo.

Fonte: Convergência Digital

Google vai manter cooperação com militares, mas promete não usar IA em armas

Sundar Pichai, o CEO global do
Google, anunciou nesta semana uma série de princípios que a empresa promete
seguir a partir de agora no desenvolvimento de soluções de inteligência
artificial, internamente e com parceiros. Entre elas, o Google se compromete a
não aplicar a tecnologia em armas, mas diz que vai continuar cooperando com
militares.
A divulgação desses princípios
acontece dias após ser descoberto que o Google não vai renovar seu contrato com
o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A empresa sofreu forte pressão de
funcionários para encerrar a parceria, já que uma das principais soluções de inteligência
artificial do Google, o Tensorflow, estava sendo usado em um projeto de
vigilância por drones do exército dos EUA.
O objetivo do chamado
“Project Maven” era usar a IA para identificar pontos de interesse
das forças armadas em filmagens obtidas por drones. O Google disse que a
tecnologia era “voltada para salvar vidas”, mas um grupo de centenas
de funcionários assinou um manifesto levantando “questões éticas” no
uso da tecnologia para fins militares.
O contrato do Google com o
Departamento de Defesa dos EUA se encerra em 2019 e não será renovado,
aparentemente como resposta à pressão dos funcionários. E nesta semana, Sundar
Pichai listou publicamente sete regras que o Google vai seguir no
desenvolvimento de IA a partir de agora.
“Nós acreditamos que IA
deve: 1) ser benéfica socialmente; 2) evitar criar ou reforçar preconceitos; 3)
ser feita e testada para a segurança; 4) ser sujeita ao controle de pessoas; 5)
incorporar princípios de privacidade; 6) manter altos padrões de excelência
científica; 7) ser disponibilizada para usos que estejam de acordo com estes
princípios”, escreveu Pichai.
No mesmo artigo, o CEO do Google
descreve as áreas em que a empresa não vai aplicar ferramentas de IA:
tecnologias que causam ou podem causar danos; armas ou tecnologias cujo
propósito principal seja o de ferir pessoas; vigilância em desacordo com normas
internacionais; e tecnologias cujo propósito contraria leis internacionais e
direitos humanos.
“Queremos
deixar claro que, embora nós não estejamos desenvolvendo inteligência
artificial para o uso em armas, nós vamos continuar nosso trabalho com governos
e com militares em outras áreas”, diz Pichai. “Isto inclui segurança
cibernética, treinamento, recrutamento militar, atendimento médico a veteranos
e operações de resgate.”
Fonte: Olhar Digital

Microsoft instala data center submarino

A Microsoft implementou um data center submarino — sim, no fundo do mar — localizado nas Ilhas Orkney, na Escócia. A instalação faz parte do Projeto Natick, iniciativa para identificar formas ambientalmente sustentáveis de executar novas unidades de gerenciamento de dados em larga escala.

Na primeira fase, que começou em 2014, a Microsoft construiu um pequeno data center submersível, que abrigava o equivalente a 300 desktops, e o afundou no oceano em fevereiro de 2016, para testar se a proposta realmente funcionaria no mar. A embarcação operou por quase quatro meses.

Já na segunda fase, que começa agora, a empresa instalou 864 servidores, em 12 racks, em um submersível vedado que tem aproximadamente o tamanho de um contêiner de remessa marítima padrão, com cerca de 12 metros de comprimento; projetado para funcionar por cinco anos sem exigir manutenção.

Segundo a Microsoft, os benefícios de afundar os seus servidores no oceano tem relação direta com eficiência energética e rápida transferência de dados. A empresa observa que cerca de metade da população mundial vive próxima da costa, de modo que a capacidade de abrigar servidores próximos a eles poderia permitir um acesso mais rápido aos serviços online.

O data center submarino pode ser alimentado por moinhos de vento localizados perto da água, para que a empresa nunca tenha que se preocupar com interrupções de alimentação ou custos de energia. A água no oceano também é perenemente fria e pode ajudar no resfriamento dos data centers sem incorrer em custos adicionais para o equilíbrio térmico.

Mas a jornada não acabou. O data center será monitorado nos próximos 12 meses. Pesquisadores da Microsoft ficarão de olho em fatores como consumo de energia, níveis internos de umidade e temperatura. A empresa espera que isso acabe aperfeiçoando esse sistema de implantação de data centers que são mais baratos de executar se considerarmos o longo prazo.

Fonte: Computer World

Cabo submarino Monet é ativado com capacidade de entregar 64Terabytes por segundo

O presidente do Google Brasil,
Fabio Coelho, anunciou nesta quinta-feira, 07/06, durante o Google for Brasil,
que o MONET, cabo submarino que conecta Boca Raton, na Flórida, à Fortaleza e
depois Praia Grande, no Brasil, já está em operação. Construído em parceria com
Algar Telecom, Angola Cables e Antel, o MONET tem 10.556 quilômetros de
extensão e seis pares de fibra óptica, capazes de entregar até 64 terabytes de
dados por segundo.
Até o fim do ano, o MONET será
acompanhado pela ativação de outros dois cabos: o TANNAT e o JÚNIOR. Com 2.000
quilômetros de extensão, o TANNAT é um complemento do MONET, ligando Praia
Grande à cidade de Maldonado, no Uruguai. O cabo é resultado de uma parceria
com a uruguaia Antel e, com uma capacidade estimada em 90 terabytes por
segundo, ajudará a melhorar a infraestrutura de internet na América Latina,
principalmente, para os usuários do Cone Sul.
Com 390 quilômetros de extensão,
a missão do JÚNIOR é conectar Praia Grande ao Rio de Janeiro e, por meio de uma
interligação com o MONET, garantir um melhor fluxo de dados entre dois dos
Estados mais populosos do Brasil. O JÚNIOR conta com oito pares de fibra óptica
e, ao contrário dos seus outros dois “irmãos”, será exclusivamente operado pelo
Google.
Além disso, o JÚNIOR conta com
tecnologia nacional em seu “coração”. Os repetidores, responsáveis por reforçar
o sinal dos dados durante o percurso do cabo, foram desenvolvidos pela PadTec,
de Campinas. “Estes três cabos vão ajudar a suprir essa demanda ao ampliar a
infraestrutura digital da região, tornando a transmissão de dados mais
eficiente, veloz e segura”, completou Fabio Coelho.

Fonte: Convergência Digital

Brasil está entre os quatro maiores do mundo em troca de tráfego na internet

O Brasil está nas 50 maiores rotas de internet e tem o maior Internet
Exchange do mundo em número de participantes. O IX.br teve um crescimento de
tráfego de 79% em 2017 e aumento de 27% de participantes em 2017. Em palestra
na Convenção Abranet 2018, que acontece na Bahia, Milton Kaoru Kashiwakura, do
NIC.br, destacou que o País também é número um da América Latina em troca de
tráfego internet e está entre os quatro maiores do mundo, tendo tido pico de
3,5 Tbit/s e média de 2,4 Tbit/s.
“Estamos galgando posições, hoje com pico de 3,5 3,5
Tbit/s. Se dobrarmos a capacidade seremos o número um do mundo”, disse.
Kashiwakura acredita no crescimento, uma vez que espera que companhia com alta
geração de tráfego, como a Apple, entre como participantes. “Estamos
esperando que a Apple chegue algum dia aqui e o tráfego dela em outros países é
razoável. A entrada de grandes participantes pode aumentar a quantidade de
tráfego”, explicou. O crescimento do IX.br também virá do aumento de
participação dos sistemas autônomos (AS, na sigla em inglês). Atualmente, 76%
dos maiores AS estão presentes.
Na comparação mundial, o valor cobrado no Brasil ainda está
mais caro que países europeus. Mostrando uma análise da Telegeography,
Kashiwakura apontou que, enquanto o preço médio praticado em São Paulo está em
US$ 6 o mega para porta de 10 gigabits, em Amsterdam o preço é de US$ 0,54 e em
Frankfurt de US$ 0,62. 
Na palestra, Kashiwakura também revelou que não haverá
congelamento durante todo o período da Copa do Mundo, como ocorreu em 2014,
quando o NIC.br congelou pedidos de novos ingressantes e de aumento de
capacidade desde 30 dias antes da primeira partida da Copa e foi até o fim do
evento. Neste ano, o congelamento ocorrerá apenas nos dias nos quais o Brasil
jogar. “Vimos que a nossa infraestrutura funciona bem durante todo o ano e
não há sentido fazer o congelamento durante toda a Copa”, disse.
Outro tema abordado foi a pouca quantidade de sistemas
autônomos na região da América Latina. São 7.942 AS, somente atrás da África e
bastante longe do total 37.985 da região europeia. Na AL, o Brasil domina,
tendo 5.628 AS — a Argentina tem 855 e o México tem 371.  

Fonte: Convergência Digital

Wi-Fi público: Recife em primeiro lugar. São Paulo, Rio e BSB nas últimas colocações

Recife supera São Paulo, Rio e Belo
Horizonte e desponta como a primeira colocada em ranking das melhores conexões
Wi-Fi públicas no País. O estudo foi feito pelo aplicativo Instabridge,
considerado a maior comunidade de compartilhamento de WiFi público no mundo. O
estudo se baseou em cerca de 1 milhão de pontos de internet móvel públicos no
Brasil compartilhados por seus usuários para identificar as áreas
metropolitanas com as melhores conexões de internet móvel disponíveis para
acesso e utilização dos seus 11,5 milhões de usuários somente no Brasil – no
mundo, o Instabridge soma mais de 19,5 milhões de downloads.
Entre as áreas metropolitanas
mapeadas, a capital pernambucana ficou com o primeiro lugar do ranking com
41,31% do total de redes disponíveis na região (20 mil) com maior probabilidade
de conexão pelo usuário. A classificação do ranking Instabridge leva em
consideração a estabilidade da internet, a quantidade de vezes em que o ponto
WiFi foi utilizado desde seu compartilhamento por um usuário no aplicativo,
atualizações recentes da conexão pela comunidade, entre outros fatores.
Em seguida, ainda entre as cinco
primeiras posições estão Campinas (38.40%), Fortaleza (38.22%), Curitiba
(38.08%) e Salvador (36.54%). Já as três maiores capitais brasileiras por
população, São Paulo, Rio de Janeiro, e Brasília estão nas últimas colocações
no top 10 de redes WiFi públicas do Instabridge com probabilidade de conexão e
navegação pelo usuário: apenas 33.27%; 33.71%; e 34.03%; respectivamente, do
total de pontos WiFi no aplicativo oferecem, de fato, uma boa conexão para o
usuário. Em relação ao número de redes WiFi cadastradas no Instabridge, São
Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte têm as áreas metropolitanas com a maior
soma de pontos WiFi: 115 mil, 74 mil, 25 mil, respectivamente
O Brasil é o quarto país com maior
número absoluto de usuários de Internet, ficando atrás de Estados Unidos, Índia
e China, segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e
Desenvolvimento (UNCTAD) do ano passado. Entre os usuários da Internet com 10
anos ou mais de idade, 94,6% se conectaram via celular, segundo a Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua 2016, especificamente para
acesso a TV, celular e internet, do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Somado a isso, 94% usaram a internet para trocar mensagem
(de texto, voz ou imagens).
“Os brasileiros estão usando a
internet como uma forma de comunicação alternativa, por isso, a demanda por
boas conexões também aumenta. Nossa missão não é apenas trazer internet para
todos, mas também oferecer o acesso à internet de qualidade. A rede encurta
distâncias, fortalece laços, facilita burocracias”, comenta Niklas Agevik,
CEO na Instabridge.
Fonte: Convergência Digital
*Com informações das Instabridge.

WhatsApp vai permitir que administrador silencie todos os membros de um grupo

O WhatsApp tem passado por mudanças na forma de gerenciar grupos, incluindo
recentemente uma função que permite rebaixar os privilégios de administrador de um
membro. O aplicativo ainda não parou de incrementar os recursos para conversas em grupo,
criando também uma função de avisos.

Atualmente, se um administrador quer fazer algum aviso aos membros do grupo, ele precisa
digitar sua mensagem e torcer para que ela seja visualizada, o que pode ser complicado em
grupos maiores.Segundo o WABetaInfo, especializado em descobrir novos recursos do
WhatsApp antes do lançamento, a nova função permitirá silenciar todos os participantes para
dar um recado.

Quando este modo estiver ligado, apenas os administradores do grupo poderão publicar
mensagens, o que dá maior destaque aos avisos e permite uma comunicação mais clara entre
moderadores e o público.

Pelo fato de ele ainda estar em desenvolvimento, ainda não se sabe quais são os limites do
recurso. A função poderia ter um tempo limite para silenciar o grupo, mas um outro caminho
permitiria um tipo diferente de grupo, em que as pessoas se reúnem para acompanhar as
publicações de uma única pessoa específica. O Telegram possui os Canais, por exempo, que
servem para transmitir mensagens para um grupo grande de pessoas sem permitir interação
direta, por exemplo.

Ainda não é possível saber quando o recurso será ativado. O WABetaInfo diz que a liberação
está próxima, mas a única informação é que isso aconteceria em algum momento depois do
dia 6 de maio. A data já passou, mas o recurso não foi disponibilizado nem mesmo na versão
beta mais recente.

Fonte: Olhar Digital