Teles pressionam para ‘quebrar’ standard e provocam colapso em TI e Telecom

As operadoras de telecomunicações estão vivendo um novo momento que é o de ‘quebrar’ o standard para ter acesso a melhor parte de cada tecnologia para abrir o leque de fornecedores, afirma o CTIO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville, ao participar do e-Fórum Open RAN 5G, realizado pela Network Eventos, em parceria com o portal Convergência Digital, nesta quinta-feira, 17/06.

“A principal interface no 5G em Open RAN e no 5G tradicional é o HTPP. O core das novas redes será nativo em cloud. É muito bacana observar que os mundos de TI e Telecom conovergem para o melhor da telecom: o standard pregado como essencial no mundo telco e começa a ir para aplicações com mais agilidade, inovação e fluidez do mundo de TI”, reforçou Capdeville.

Para o executivo da TIM Brasil, essa convergência de TI e Telecom vai dar trabalho, mas ao mesmo tempo, abre uma gama de oportunidades. “A personalização das aplicações é uma necessidade e que virá com o Open RAN e o 5G”. A fusão TI e Telecom já é realidade na TIM Brasil, adiciona Leonardo Capdeville. Assista a participação do CTIO da TIM Brasil no e-forum Open RAN 5G.

Fonte: Convergência Digital

UIT adota recomendações globais para Internet das Coisas propostas pela Anatel

A União Internacional de Telecomunicações adotou uma proposta da Anatel como recomendação para o desenvolvimento de estratégias nacionais relacionadas à internet das coisas. Apresentado ainda em 2019 e aprovado em 27/5, trata da ‘Estrutura para um plano mestre do ecossistema de internet das coisas’.

O framework define IoT como “uma infraestrutura global para a sociedade da informação, permitindo serviços avançados interconectando coisas (físicas e virtuais) com base em tecnologias de informação e comunicação interoperáveis, existentes e em evolução”. E expressamente “visa definir um quadro para ajudar os Estados-Membros na priorização de verticais para o desenvolvimento do ecossistema IoT”.

Naturalmente, o primeiro passo de qualquer estratégia de IoT envolve a garantia de conectividade. “Uma das etapas importantes é uma avaliação da infraestrutura de telecomunicações, como transporte de dados e redes de acesso, e identificação forças e carências estruturais que podem impactar as aplicações de IoT.”

Como verticais a serem exploradas, a UIT aponta para veículos, saúde, comércio, cidades, edificações, rural, indústria e logística. E além de considerações sobre cada uma delas, a recomendação alinha diversos pontos que precisam ser levados em conta nos planos nacionais, notadamente sobre espectro, dispositivos, interoperabilidade, segurança e privacidade de dados.

Como defende a UIT, “o posicionamento estratégico permitirá ao país definir fatores críticos de sucesso e priorizá-los. Em termos de ecossistema IoT, a definição de um posicionamento estratégico representa um passo importante para direcionar os esforços do país e mobilizar o atores principais para alcançar os objetivos relevantes”. Nessa linha, o documento aponta para diferentes posicionamentos:

Grupo 1: países que buscam liderança global, tanto no desenvolvimento quanto na implementação de IoT;

Grupo 2: países que buscam a liderança em setores específicos, escolhendo desenvolver distintamente um número limitado de verticais;

Grupo 3: países que buscam o uso de IoT para aumentar a competitividade e gerar bem-estar para a população, como alavanca para aumentar o competitividade da indústria local, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida dos população; e

Grupo 4: países que buscam melhorar a qualidade de vida por meio do apoio da IoT, focados no desenvolvimento da IoT em cidades inteligentes.

 

Fonte: Convergência Digital

Anatel apreendeu mais de 1 milhão de produtos piratas entre janeiro e maio

A Anatel apreendeu 1.125.539 em produtos de telecomunicações não homologados apenas entre janeiro e maio deste 2021. O número é superior às apreensões desde quando foi criado o Plano de Ação de Combate à Pirataria, em 2018, até 2020 – período em que a agência identificou 943 mil equipamentos sem homologação.

Os principais produtos retidos pela Anatel e pela Receita Federal foram carregadores de celulares, roteadores Wi-Fi e Bluetooth e receptores de TV por assinatura. A lista de produtos fiscalizados inclui ainda baterias, cabos metálicos, equipamentos de rede de dados, equipamentos óticos, bloqueadores de sinais, reforçadores de sinais, entre outros.

A obtenção da certificação de homologação da Anatel é necessária para que determinados produtos para telecomunicações sejam comercializados no Brasil. Alguns produtos retidos podem ser regularizados e retornar ao mercado nacional, desde que sejam aprovados nos processos de certificação e de homologação e não estejam relacionados a pirataria de conteúdo ou falsificação de selos.

Fonte: Convergência Digital

Anatel autoriza satélite Viasat 3, que promete internet a 100 Mbps

A Anatel aprovou nesta quinta, 27/5, o direito de exploração de satélite estrangeiro para a Viasat. Especificamente, trata-se do Viasat 3 – um trio de satélites capaz de operar em banda Ka, cujo primeiro deles vai cobrir as Américas, inclusive o Brasil.

“Essa aprovação vem ajudar a levar conexões de internet para o Brasil profundo, inclusive na região Oeste do país, onde apenas o SGDC leva cobertura atualmente. Será o primeiros satélite comercial a alcançar todo o território”, afirmou o conselheiro Carlos Baigorri, relator do pedido da Viasat.

O SGDC, ou satélite geoestacionário de defesa e comunicações, é o artefato estatal, comprado e gerenciado pela Telebras, lançado em 2017 e que como mencionado é o único por enquanto a cobrir todo o Brasil com conexões em banda Ka.

A Viasat até aqui atua no Brasil a partir de um contrato com a Telebras, pela qual é a operadora efetiva da capacidade em banda Ka do satélite nacional – e o faz tanto para planos comerciais de acesso à internet via satélite, como nos acessos públicos dentro do programa Gesac. Mas enquanto o SGDC usa 45 Gbps de capacidade em banda Ka, cada Viasat 3 promete 1 Tbps. As velocidades de conexão prometidas podem chegar a 100 Mbps.

A aprovação da Anatel prevê uso da posição orbital 79° Oeste, nas faixas de frequência 27,5 a 30 GHz (enlace de subida) e 17,7 a 20,2 GHz (enlace de descida). Nessa família Viasat 3, os dois primeiros satélites se concentrarão nas Américas e na Europa, Oriente Médio e África, respectivamente, com o terceiro satélite planejado para a região Ásia-Pacífico.

Fonte: Convergência Digital

Anatel tem vagas abertas no Comitê de Defesa dos Usuários de telecom

A Anatel busca candidatos para o Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (Cdust), que assessora e subsidia o Conselho Diretor da Agência em assuntos relacionados à proteção dos direitos dos consumidores. São quatro vagas para representantes de usuários de serviços de telecomunicações ou de entidades de defesa do consumidor, públicas ou privadas, sem fins lucrativos, e uma vaga para representante de entidades de classe de prestadoras de pequeno porte. As inscrições vão até 8 de junho de 2021.

Para realizar a inscrição, as entidades e usuários de serviços de telecomunicações deverão encaminhar as seguintes informações e documentos referentes a cada candidato: nome completo; cópia de documento de identidade; cópia do CPF, caso o número desse documento não conste do documento de identidade; número de telefone e e-mail; Curriculum Vitae contendo as qualificações do candidato; e, no caso de candidaturas das entidades, estatuto social e descrição de suas atuações.

As indicações devem ser encaminhadas à Anatel por uma das seguintes formas: petição eletrônica pelo Sistema SEI, no âmbito do processo nº 53500.011071/2021-04; entrega presencial, no Protocolo dos escritórios e unidades operacionais da Anatel, localizados em todas as capitais das Unidades da Federação (confira a lista de endereços no portal da Anatel), devendo ser feita menção ao processo nº 53500.011071/2021-04; ou por carta, para o endereço: Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel – Protocolo – Indicação de candidato a Conselheiro(a) do Cdust – SAUS Quadra 06, Bloco F – Asa Sul – CEP: 70070-940 – Brasília/DF.

Os mandatos dos representantes terão início em 3 de outubro de 2021 e término em 2 de outubro de 2025. Os representantes não serão remunerados, sendo que a Agência arcará com suas despesas com passagens e estadia para que possam participar de reuniões presenciais realizadas fora de seus respectivos domicílios.

O Comitê é formado por 16 membros efetivos: quatro representantes da Anatel, cinco representantes convidados de instituições públicas e privadas e sete representantes de usuários de telecomunicações ou entidades de defesa do consumidor, públicas ou privadas, sem fins lucrativos. Mais informações sobre o Cdust estão disponíveis no Portal do Consumidor da Anatel.

Fonte: Convergência Digital

Investimento das teles segue o PIB em 2020 e cai para R$ 31 bilhões

Os investimentos das prestadoras em telecomunicações somaram R$ 31,1 bilhões em 2020, segundo balanço do sindicato nacional das operadoras, a Conexis Brasil Digital. O recuo, de 5,75% sobre os R$ 33 bilhões de 2019, foi maior que a queda do PIB (4,1%).

Segundo a Conexis, o valor está em linha com o que o setor de telecomunicações vem investindo ao longo dos anos, rodeando os R$ 30 bilhões – foram R$ 32,6 bilhões em 2014, R$ 31 bilhões em 2015, R$ 28,3 bilhões em 2016, R$ R$ 28 bilhões em 2017 e R$ 30 bilhões em 2018.

Também de acordo com o sindicato das teles, a receita bruta do setor caiu 2% em 2020, para R$ 249 bilhões. Por outro lado, as empresas de telecomunicações ampliaram em 4,4% o pessoal empregado – o número de empregos diretos no setor passou de 483 mil para 504 mil.

Em 2020, a quantidade de acessos ativos passou de 308,8 milhões para 315,7 milhões. A banda larga fixa cresceu 10% em 2020, com a conexão de 3,4 milhões de novos acessos enquanto a internet móvel cresceu 5,3% com a ativação de 10,5 milhões de novos acessos. A telefonia móvel também cresceu no ano passado, com 7,4 milhões de novos acessos, alcançando 234,1 milhões de chips.

Fonte: Convergência Digital

Teles denunciam, mas polícia não recupera antenas sequestradas no Rio

Se os ataques hackers por ransomware tiram o sono de corporações e órgãos públicos – com a paralisação dos serviços e a cobrança de resgate – as operadoras de telecomunicações vivem um momento inusitado: o sequestro de antenas celulares, especialmente, no estado do Rio de Janeiro. Bandidos ‘sequestram’ o espaço da antena, bloqueiam o sinal, furtam cabos e impõem a contratação de serviços piratas aos moradores dos bairros, atingidos pela ausência de sinal.

Segundo a entidade setorial Conexis, em março, havia 26 antenas de celulares e internet móvel “sequestradas’ e sem qualquer acesso por parte das teles, que também  não conseguiam acesso a 110 equipamentos usados para fornecer serviços por rede fixa. Pelo menos 158 mil clientes sofreram com o caladão e com a ausência do sinal de Internet. O mais grave é que, até o momento, mesmo com a denúncia feita as autoridades policiais, as operadoras seguem sem acesso a parte dessas infraestruturas.

Os danos, não somente financeiros, são incalculáveis, uma vez que essas ações prejudicam a prestação de serviços essenciais como internet, ligações fixas e móveis. Apenas para reposição de equipamentos, o prejuízo para as operadoras supera R$ 116 milhões por ano, conforme expõe a Conexis.

No estado do Rio de Janeiro, o problema afeta principalmente 72 bairros, em quatro cidades: Rio de Janeiro, Itaboraí, Niterói e São Gonçalo. Além de colocar os colaboradores das operadoras em perigo, as ações comprometem serviços de utilidade pública como polícia, bombeiros e emergências médicas.

Por conta desses números, a Conexis Brasil Digital tem defendido com as autoridades de segurança pública o endurecimento na repressão deste tipo de crime, para que haja a devida punição aos que prejudicam a sociedade com tais delitos.

Já foi apresentada ao Ministério Público dos municípios uma notícia crime pedindo instauração de Procedimento Investigatório Criminal para apuração e adoção das medidas cabíveis que permitam o restabelecimento dos serviços e a contenção das atividades criminosas. “As empresas estão empenhadas em prestar o melhor serviço, mas nesses casos somos impedidos de fazer o trabalho”, completa o presidente executivo da Conexis Brasil Digital, Marcos Ferrari.

Fonte: Convergência Digital

FiberCo vai fazer fibra onde não tem e seguir plano estratégico da TIM

A TIM não vai ter uma rede neutra como as rivais Oi e Vivo. A rede será aberta e atenderá aos interesses da TIM, explicou o CEO da TIM, Pietro Labriola, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 06/05. “Durante seis a oito meses, a infraestrutura da FiberCo nova será apenas da TIM. Só depois, ela será aberta para o mercado comprar. E a FiberCo vai fazer fibra seguindo o nosso plano estratégico definido para os próximos quatro anos. Vamos fazer fibra, antes de comprar dos outros”, adicionou o executivo.

A operadora vendeu 51% do controle da FiberCo para a ISH por R$ 2,6 bilhões e ficou com 49% restantes e vai receber R$ 1 bilhão. Na linha de explicar a transação, Pietro Labriola provocou os rivais. “Fizemos questão de não vender para um fundo de private equity, que investe em qualquer segmento. Vendemos para um fundo que só investe em telecomunicações. Nós buscamos um parceiro que investe em antenas, torres e no setor. O mercado de FTTH vai crescer 15 milhões nos próximos três anos. Nós não estamos saindo do negócio fibra, encontramos um parceiro”.

Com relação a uma possível revisão dos contratos existentes de compartilhamento e de uso de fibra ótica, o CFO da TIM, Adrian Calaza, disse considerar os acordos adequados  do ponto de vista de preços e de qualidade, mas a arbitragem deles estará a cargo da FiberCo, e o executivo acredita que como acionistas, eles vão querer fazer uma auditoria em todos os contratos estabelecidos.

Calaza informou ainda que não há ainda um acerto de como será o futuro, até porque, como lembrou Labriola, nos próximos quatro anos, a FiberCo vai fazer rede de fibra nos locais determinados pela TIM como mais interessantes para as suas estratégias. “Tem muito lugar para fazer fibra no Brasil e nós vamos levar a FiberCo para fazer fibra onde ela ainda não existe e já temos mapeadas as localidades do nosso interesse”, acrescentou Pietro Labriola.

 

Fonte: Convergência Digital

Claro reage à Oi; oferece 500 Mega e reduz custo do pacote de ultra banda larga

Numa reação ao desembarque da Oi em São Paulo, a Claro anunciou nesta quinta-feira, 28/04, que também vai oferecer internet de 500 Mega para os seus clientes e com preços abaixo do anunciado pela rival.

“A Claro reforça planos que unem altas velocidades, serviços digitais e os melhores conteúdos. E para levar, com qualidade, o máximo da experiência e do sinal a toda a casa, oferecemos soluções pioneiras de conectividade como o Wi-Fi Mesh, com todo suporte e comodidade de contratar diretamente com a Claro”, explica Fábio Nahoum, diretor de Produtos e Proposta Valor da Claro.

Com cerca de 10 milhões de residências conectadas em todo o país, conforme dados da Anatel, a Claro renovou o portfólio de altas velocidades e passa a oferecer, a partir de agora, planos de até 500 Mega, disponíveis em todo o país, em um portfólio ainda mais completo, para todos os perfis de consumo. Veja opções:

500 Mega: a partir R$ 159,99/mês na oferta combinada – Agora disponível em todo o Brasil, esse novo plano é a opção mais premium de conectividade da Claro. É ideal para quem quer jogar online, assistir streaming de vídeos em 4K por múltiplos dispositivos, realizar download de grandes arquivos e ainda fazer backup na nuvem.

250 Mega: a partir R$ 99,99/mês na oferta combinada – Substituindo a oferta atual de 240 Mega, sem custo adicional, esse novo plano é ideal para streaming de vídeo e downloads por múltiplos devices, além de trabalho remoto e ensino à distância.

E essas novas velocidades não serão exclusivas para novos assinantes. Clientes atuais da banda larga da Claro poderão solicitar a qualquer momento uma atualização dos seus planos em todos os canais de relacionamento da operadora.

Fonte: Convergência Digital

TCU vê risco de Justiça parar 5G por disputa com satélites

O Tribunal de Contas da União teme atrasos na implementação do 5G no Brasil por conta de questionamentos judiciais do setor de satélites sobre a indenização pela Banda C estendida, entre 3.625 MHz e 3.700 MHz. Os receios foram divididos com atores públicos e privados e reforçados no painel realizado pela Corte de Contas sobre o edital.

A preocupação levou o TCU a questionar a Anatel sobre mudanças nos lotes da faixa de 3,5 GHz, particularmente porque a fatia “suja”, hoje em uso por operadoras de satélites, mas que precisa ser esvaziada para destinação à telefonia móvel, está no lote destinado às prestadoras de pequeno porte. O Tribunal chegou até a sugerir inversão na ordem dos lotes.

Ao TCU, entidades representativas do setor de satélites juraram que não têm intenção de judicializar o tema, mas reconheceram a impossibilidade de assegurar que as empresas individualmente não vão tentar o caminho processual a fim de discutir o quanto vão receber a título de indenização.

A faixa de 3,5 GHz é a principal fatia do espectro para aplicações de quinta geração. O edital prevê cinco lotes, de 80 MHz cada, entre 3,3 GHz e 3,7 GHz, sendo que o quinto deles pega exatamente uma fatia de especial litígio – os mencionados entre 3.625 MHz e 3.700 MHz. E especial porque se trata de um problema criado pela própria Anatel.

No fim de 2019, a agência favoreceu empresas de satélite ao aumentar o prazo de licenças de exploração, com impacto no naco agora discutido (a partir de 3.625 MHz). A medida foi objeto de um movimento inusitado no regulador, um recurso dentro do Conselho Diretor que apontou a ilegalidade na decisão e defendeu a anulação do ato.

Tal recurso não vingou e o efeito prático é que o direito que se encerraria em 2020 foi ampliado até 2025. E é por aí que as empresas entendem terem direito à indenização por que a Anatel decidiu incluir essa fatia do espectro no edital do 5G. Mas enquanto a agência cobrou entre R$ 1,1 milhão e R$ 1,5 milhão pelo direito ampliado, os valores buscados como indenização pela “perda” desse espectro variam de R$ 300 milhões a quase R$ 800 milhões.

O receio de uma paralisação judicial tem potencial para envolver, portanto, mais do que o valor em si, mas a própria prorrogação do direito de exploração satelital. E vai daí que uma possível redução na oferta da faixa de 3,5 GHz – excluindo-se o último lote, por exemplo – tenha entrado no radar do Tribunal de Contas da União.

Fonte: Convergência Digital