Hackers usam a receita federal para dar golpe em regularização de dados cadastrais

Alerta!
Caso
recebam uma correspondência em sua casa intimando você a regularizar seus dados
cadastrais na Receita Federal, é golpe.
A
receita federal utiliza o endereço eletrônico idg.receita.fazenda.gov.br
somente. Os demais meios é uma armadilha é bem feita pelos hackers para
adquirir seus dados para aplicar golpes em seu nome.
A
carta inclui logotipo e nome do Fisco, mas é falso é mais um golpe na praça,
adverte a Receita Federal.

O
golpe está sendo realizado por via postal, e não por e-mail, como tem sido mais
comum. Quando o endereço eletrônico é acessado, pede dados bancários. A Receita
Federal adverte, no entanto, que, para fins de consulta, download de programas
ou alterações de informações junto ao Fisco federal, não devem ser acessados
endereços eletrônicos que não o oficial do Órgão: idg.receita.fazenda.gov.br. 

Quando pedir a suspensão temporária dos serviços de internet,




Os clientes das empresas de prestação
de serviços de internet, telefonia e TV por assinatura que necessitem ou
pretendem passar um longo período fora de casa e evitar gastos desnecessários
com suas mensalidades dos serviços prestados, podem pedir a suspensão destes
serviço, seja em conjunto ou em separado.

De acordo com a resolução da Anatel
(Agência Nacional de Telecomunicações), todo cliente pode solicitar
gratuitamente a suspensão temporária do serviço, desde que esteja com seus
pagamentos em dia. A suspensão é de no mínimo 30 dias e de no máximo 120 dias,
podendo ser solicitada 1 (uma) vez a cada 12 meses. Após a notificação do
consumidor, a empresa tem até 24 horas para atender ao pedido.

A solicitação da suspensão do serviço
é feita através do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), assim a PRESTADORA
de serviços de INTERNET, TELEFONIA e TV por assinatura, deve fornecer o número
de PROTOCOLO de atendimento para que este seja guardado pelo ASSINANTE, para
comprovar a solicitação e evitar futuras cobranças indevidas.

Entenda o VoIP, tecnologia que permite apps ligarem pela Internet

Cada vez mais surgem aplicativos que permitem que
os usuários façam chamadas telefônicas pela Internet, mas poucos conhecem o
VoIP, a tecnologia por trás desse benefício. Pensando nisso, o TechTudo
resolveu explicar como funciona o recurso e quais são as suas vantagens e
desvantagens. Confira!

Entenda a tecnologia VoIP (Foto: Reprodução/Annabec)
O que é o VoIP
VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é uma
tecnologia que permite a transmissão de voz por IP (Protocolos de Internet), ou
seja, transforma sinais de áudio analógicos, como em uma chamada, em dados
digitais que podem ser transferidos através da Internet. O método está cada vez
mais presente com softwares que possuem a tecnologia, como SkypeFacebook MessengerViber e WhatsApp.
Apesar de ter ganhado destaque no mercado
recentemente, a tecnologia surgiu no início da década de 1990 e chegou a ser
considerada um fracasso por causa da baixa velocidade de transmissão de dados
da época. Porém, com a popularização da Internet banda larga, a tecnologia
passou a ganhar mais espaço e foi investido em qualidade de serviço para que o
método se tornasse viável.
Como funciona
Para que esse método seja possível, o VoIP captura
a voz, que até então é transmitida de forma analógica e a transforma em pacotes
de dados que podem ser enviados por qualquer protocolo TCP/IP. Sendo assim, o
primeiro passo é instalar algum software que permita a ação. Na prática, a
transmissão pode ser feita de duas formas, de um computador para outro ou de um
computador para um telefone convencional.
Conector
ATA (adaptador telefônico analógico) da Cisco (Foto: Divulgação/Cisco)
saiba mais
Quando a transmissão é feita entre computadores ou
demais dispositivos com Internet, como smartphones, tudo que é falado no
headset ou microfone é transformado em informação binária e transmitido através
da Internet. Essa é certamente a maneira mais fácil e econômica de usar a
tecnologia, já que você não paga nem pelas ligações internacionais de longa
distância. Tudo o que você precisa é um app que execute a função, microfone,
alto-falantes, placa de som e conexão com a Internet, de preferência a cabo ou
com modem DSL.
Já se você usa o computador para fazer uma chamada
para um telefone convencional, a voz também é transformada em informação, que
passa pela Internet e é alterada para sinais analógicos, o que será recebido
nas ligações, nas centrais telefônicas. Caso você queira usar o seu próprio
telefone convencional para realizar chamadas com a tecnologia VoIP, também é
possível.
Ilustração
de como funciona a rede com o dispositivo ATA (Foto: Reprodução/Savacom)
Nesse caso, você irá precisar de um dispositivo de
chamada ATA (adaptador telefônico analógico), um conversor analógico-digital
que permite que você conecte um telefone comum ao seu computador ou sua conexão
de Internet para poder usar o VoIP. O dispositivo pega o sinal analógico do seu
aparelho telefônico e converte em dados digitais para transmissão pela
Internet. Alguns provedores distribuem o ATA gratuitamente, enquanto, em
outros, você precisa contratar o serviço.
Telefones IP
É muito comum a confusão entre VoIP e Telefonia IP,
mas vale lembrar que eles são diferentes. Enquanto no VoIP utiliza equipamentos
convencionais para fazer a transmissão de dados via Internet, os telefones IP
são aparelhos específicos que se conectam diretamente à rede de computadores
recebendo voz, dados e imagens. Eles se parecem com os telefones  comuns,
mas utilizam conectores RJ-45, os mesmos das placas de rede de computadores, em
vez do padrão telefônico RJ-11.
Os
telefones IP se parecem com os convencionais, mas utilizam os conectores RJ-45
(Foto: Divulgação/Cisco)
Vantagens e desvantagens
São várias as vantagens da tecnologia. Além de
baratearem o custo das ligações telefônicas, o VoIP ainda permite que várias
chamadas ocupam o mesmo espeço que é preenchido somente por um na telefonia
tradicional. Na rede convencional, 10 minutos de ligação consumiam 10 minutos
de transmissão a uma taxa de 128 Kbp/s, enquanto com VoIP a mesma ligação pode
ocupar somente 3,5 minutos do tempo de transmissão a 64 kbp/s, deixando o
restante livre para outras chamadas.
Porém, apesar dos benefícios, há também algumas
desvantagens do método, como a dependência de Internet, que provoca diversos
contras. Por exemplo, a qualidade da chamada irá depender de uma boa conexão e
isso pode acabar atrapalhando, além de não poder contar com a tecnologia em
situações de emergência nas quais não temos como ficar online. Ainda assim, o
VoIP tem se tornado cada vez mais popular e mostra que vale a pena.
No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações
(ANATEL), órgão responsável pela regulamentação de telecomunicação no país,
esclareceu que um provedor VoIP não que fornece a rede, não precisa de licença
para funcionar.

Você sabe o que é PADO?

Quando
a ANATEL verifica e aponta indícios de desempenho ou conduta diferente da
estabelecida na regulamentação, a Anatel instaura Procedimento de Apuração de
Descumprimento de Obrigações (PADO) em desfavor da prestadora. O rito do PADO
obedece ao disposto no Regimento Interno da Anatel (RIA), aprovado pela
Resolução nº 612/2013, que prevê transparência dos atos administrativos e
assegura o direito à ampla defesa por parte das prestadoras. Quando cabíveis,
as sanções são aplicadas observando o Regulamento de Aplicação de Sanções
Administrativas (RASA), aprovado pela Resolução nº 589/2012, e podem ser:
advertência, multa, suspensão temporária, obrigação de fazer, caducidade ou
declaração de inidoneidade.

Com
o objetivo de corrigir deficiências eventualmente constatadas na qualidade da
prestação dos serviços, a Anatel pode vir a adotar medidas adicionais,
determinando a execução de plano de ação, para correção de conduta ou melhoria
do desempenho das prestadoras, dentre outras cabíveis.




 SeAC – TV por assinatura

Serviço de Acesso Condicionado – SeAC é o serviço de telecomunicações de
interesse coletivo, prestado no regime privado, cuja recepção é condicionada à
contratação remunerada por assinantes e destinado à distribuição de conteúdos
audiovisuais (TV por assinatura) na forma de pacotes, de canais de programação
nas modalidades avulsa de programação e avulsa de conteúdo programado e de
canais de programação de distribuição obrigatória, por meio de tecnologias,
processos, meios eletrônicos e protocolos de comunicação quaisquer, obedecendo
o estipulado na Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011 e na Resolução nº 581
DE 26 DE MARÇO DE 2012.
Telefonia
Fixa: Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC)
A
Anatel utiliza a denominação Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) para
caracterizar a prestação de serviços de Telefonia Fixa no Brasil.
Considera
modalidades do Serviço Telefônico Fixo Comutado o serviço local, o serviço de
longa distância nacional e o serviço de longa distância internacional.
Serviço
Local
É
considerado serviço local aquele destinado à comunicação entre dois terminais
fixos em uma área geográfica contínua de prestação de serviços, definida pela
Anatel, segundo critérios técnicos e econômicos, como uma área local
correspondendo esta como um conjunto de localidades de um município.
A figura acima representa um diagrama de interconexão de
operadoras de serviço local
Se
em uma área local existirem mais de uma operadora prestando serviço local,
estas deverão ter interconexão entre as redes, tornando possível uma ligação
local entre assinantes das operadoras.
Serviço
de Longa Distância
O
Serviço de Longa Distância Nacional é aquele destinado à comunicação entre dois
terminais fixos situados em áreas locais distintas no território nacional.

             A figura acima representa um diagrama de uma chamada de
longa distância
Uma
ligação de longa distância envolve normalmente três operadoras. A operadora
local 1 que presta o serviço local ao assinante que origina a chamada, a
operadora local 2 que presta o serviço local ao assinante que recebe a chamada,
e a operadora de longa distância.
A
regulamentação estabelece que a receita deste tipo de chamada é da prestadora
de longa distância, cabendo a ela cobrar do cliente que a escolheu para
transportar a chamada e pagar às operadoras locais pelo uso de suas redes.
Entre
em contato conosco e saiba mais: contato@projetarconsultoria.com
ou pelo whatsapp: (31)
98987-0457 | (31) 99414-9332

Anatel propõe avaliar operadora pela qualidade do atendimento aos clientes


Luís Osvaldo Grossmann … 31/10/2017 … Convergência Digital

Em
fermentação na Anatel há pelo menos três anos, vai à consulta pública, por 60
dias, a proposta de um novo regulamento de qualidade. Trata-se da forma como a
agência avalia os serviços das operadoras de telecomunicações. Além de enxugar
pela metade o número de indicadores, a proposta promete incorporar a satisfação
dos usuários como critério efetivo de mensuração.
“Falta
inteligibilidade aos indicadores, com pouca clareza para os usuários. A
proposta prevê um conjunto de incentivos, com sanções e bonificações, buscando
efetividade na entrega da qualidade. Estamos trazendo para dentro do modelo o
resultado da pesquisa de qualidade percebida”, resumiu o autor da proposta
aprovada nesta terça, 31/10, Igor de Freitas.
Atualmente
a agência usa mais de 50 indicadores, notadamente sobre as redes (completamento
de chamadas, entrega de SMS, etc). A proposta que vai à consulta reduz essa
análise mais técnica a 10 indicadores (veja abaixo) e cria outros sete,
voltados especialmente a avaliar questões de atendimento, como questões de
cobrança e recarga, reparo ou mesmo a capacidade de resolução das reclamações.
Adicionalmente,
esses resultados serão balizados com informações relacionadas ao mapa de
cobertura dos serviços ou mesmo à experiência de uso de aplicativos. Segundo
Freitas, isso envolve medir – e divulgar claramente aos usuários – o desempenho
de cada operadora em serviços de streaming de músicas, vídeo sob demanda ou
mesmo chamadas de vídeo.
Uma
mudança importante é que a avaliação dos índices deixa de ser mensal e passa a
ser semestral ou anual. Cada indicador terá um valor mínimo, “abaixo do qual se
considera crítica e inaceitável a qualidade do serviço”, explica o relator. Com
eles a proposta também prevê a criação de faixas de conformidade, de 1 a 4.
Ficar
abaixo da conformidade é o que deverá disparar processos na Anatel. Por outro
lado, a prestadora que ficar acima da faixa por dois ciclos avaliativos
consecutivos (portanto, um ano ou dois, a depender do índice) poderá receber
bônus – em especial, uma espécie de ‘passe livre’ de qualidade pelos dois
ciclos seguintes.
Os novos índices são os
seguintes:
Indicadores:
Reclamações na Anatel
Eficiência de chamadas
Conexão de dados
Cumprimento da velocidade
contratada
Latência
Variação de latência
Perda de pacotes
Disponibilidade
Cumprimento de prazo
Disponibilidade de TUPs Exclusivo
Informações:
Tempo de instalação, reparo,
mudança
Tempo de espera de atendimento
Tratamento de reclamações na
Anatel
Velocidade média
Experiência de uso de aplicativos
Mapa de cobertura
IQP [qualidade percebida]
Canais de atendimento
Atendimento telefônico
Oferta e contratação 
Funcionamento
Cobrança e recarga
Reparo e instalação     
Capacidade de resolução

Operadoras vão à Fazenda e pedem tarifa zero de imposto para Internet das Coisas

Convergência
Digital* … 20/10/2017 … Convergência Digital

As
operadoras de telecomunicações foram nesta sexta-feira, 20/10, ao ministro da
Fazenda, Henrique Meirelles, e advertiram que para o ecossistema de Internet
das Coisas se torne realidade no Brasil será necessário zerar as alíquotas do
Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), Contribuição para o
Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) e
Contribuição para Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP) dos dispositivos.
Sobre a receita dos serviços incidem ainda ICMS, PIS e COFINS e outras
contribuições e taxas, como Fust e Funttel, que prejudicam a disseminação do
uso desses dispositivos.
A
análise das empresas de telecomunicações apresentada ao ministro Meirelles
baseia-se em dois estudos que mostram o quanto a carga tributária pode atrasar
ou até mesmo impedir o avanço da Internet das Coisas no Brasil. No primeiro dos
estudos apresentados ao ministro, da consultoria Teleco, mostra que no cenário
atual, a utilização da IoT no Brasil está comprometida, principalmente por
causa das barreiras atualmente existentes no país, especialmente das
tributárias.
O
segundo estudo, da Consultoria Tendências, aponta que somente se houver redução
dessas barreiras, os investimentos em Internet das Coisas até 2025 alcançariam
o potencial de R$ 206 bilhões, com crescimento estimado em 2 pontos percentuais
no PIB. Sob o ponto de vista de empregos gerados, o estudo prevê a criação de
entre 830 mil e 1,16 milhões de empregos até 2025.

Ambas
as análises detalham como a atual legislação vai impactar o ecossistema de IoT.
Com a atual legislação um dispositivo de comunicação máquina a máquina pagará,
no ano de sua instalação, um valor de R$ 5,68 de Taxa de Fiscalização de
Instalação, de R$ 1,34 de Contribuição para fomento de Radiodifusão Pública e
de R$ 4,13 de CONDECINE. Esses valores somam R$ 11,15. Um dispositivo de IoT,
instalado em medidores de água e energia, porém, tem uma receita mensal
estimada de R$ 1,00. Logo, sustentam as operadoras, os tributos inviabilizam
economicamente diversas aplicações da tecnologia. Isso sem considerar os outros
tributos e os custos e os investimentos envolvidos na prestação do serviço de
conexão dos objetos.